Quando pode ocorrer abortos espontâneos durante a gravidez?

Toda mulher que engravida sabe ou já ouviu alguém falar que precisa esperar passar o período das 12 semanas iniciais antes de espalhar a notícia da gravidez. o Motivo é científico, mas existe muita superstição em torno dessa prática.

Cientificamente, é estimado que 20% das gestantes sofrem aborto espontâneo até a 16ª semana de gravidez, por isso, durante gerações se espalhou a falsa crença de que contar sobre a gravidez antes desse período pode dar azar.

Apesar de abortos espontâneos acontecerem com maior frequência no primeiro trimestre, existem casos em que eles acontecem em outros momentos da gravidez. E isto independe se a gravidez veio por meio natural ou por tratamento de reprodução assistida.

Por isso, o período certo para contar sobre uma gravidez é aquele em que o casal se sente confortável em compartilhar a novidade. Pode ser logo nas primeiras semanas, pode ser depois do terceiro trimestre ou quando a barriguinha começar a aparecer. O importante é estar à vontade para compartilhar a notícia com aqueles que você ama, independente do que os outros vão falar.

Mas lembre-se, se o aborto espontâneo vier a se repetir, consecutivamente por 3 ou mais vezes de tentativas de engravidar, é recomendado que seja realizada uma investigação rigorosa para identificar as possíveis causas para os abortamentos. Existem diversas causas para o chamado Aborto de Repetição (saiba mais aqui).

 


As 06 dúvidas mais comuns de quem buscam tratamento de Reprodução Humana

Cada pessoa tem suas dúvidas e preocupações particulares quando entram em uma clínica de reprodução assistida. Na lista abaixo, compilamos as principais perguntas para que os casais fazem quando procuram um tratamento para engravidar.

A gravidez via FIV é garantida?
Não. As técnicas mais avançadas em reprodução assistida não garantes que a gravidez seja completa. A FIV garante a transferência dos melhores embriões para o útero da paciente. Após a transferência a gestação esta sujeita a fatores naturais.

 

Quais as chances de a gravidez acontecer na primeira tentativa?
Muitos fatores influenciam o sucesso de uma FIV. Estima-se que mulheres até 37 anos têm entre 40 e 50% de chance de engravidar na primeira FIV. A partir dos 40, essa probabilidade cai para 20%.

Qual a probabilidade de uma gravidez de gêmeos?
Em um tratamento de reprodução assistida, as chances de acontecer uma gravidez de gêmeos aumenta consideravelmente se comparado com uma gestação natural, podendo chegar a 25% de probabilidade. Isso acontece porque as mulheres que passam pelo procedimento recebem, no mínimo, 2 embriões por FIV, podendo chegar até 4 embriões, sendo que o número varia de acordo com cada caso.

É possível escolher o sexo do bebê?
O Conselho Federal de Medicina só permite a escolha do sexo do bebê caso os pais tenham algum tipo de doença hereditária determinada pelo gênero do casal. Nas demais situações, a prática é proibida.

Qual é a idade máxima para se submeter a um tratamento de reprodução assistida?
Não existe uma idade exata, uma vez que a composição genética de cada mulher pode influenciar na sua capacidade de conceber um filho. Normalmente, recomenda-se que as mulheres não tenham mais do que 45 anos para se submeter ao procedimento, mas existem casos reportados de mulheres que conseguiram engravidar em idade mais avançada. Por isso, é importante consultar uma clínica especializada para avaliar seu caso.

Meu bebê terá problemas genéticos?
Se comparado com a gravidez natural a probabilidade de existir um problema genético diminui, visto que durante o procedimento laboratorial de fecundação são selecionados os melhores óvulos e espermatozóides, segundo critérios morfológicos de cada gameta. Contudo, os problemas genéticos podem ter origens em má formação cromossomica e isto pode ocorrer durante o desenvolvimento do embrião, após implantação.

 


Planejando a gravidez: plano de saúde e outros gastos.

Uma das despesas mais importantes para ser considerada durante a gravidez é o parto. Isso porque, mesmo quem tem plano de saúde pode ter alguns gastos extras. Por isso um bom planejamento financeiro é fundamental para não ter surpresas.
Uma das primeiras questões é descobrir se você vai fazer o acompanhamento da gravidez com um obstetra do convênio ou com um médico particular. No caso de ser um médico particular, entenda se seu convênio aceita reembolso e qual o valor do reembolso.
Outro ponto importante é verificar se o convênio cobre despesas com internação, anestesia e equipe médica em geral. Alguns profissional de anestesiologia não aceita convênios e a paciente que faz uso do serviço precisa pagar o valor integral e, depois, requerer o reembolso pelo convênio, caso tenha esta opção no plano de saúde.
Há também casos extremos, em que a paciente ou o bebê podem precisar de atendimento intensivo. Caso o convênio não ofereça cobertura é preciso ter uma boa reserva financeira, já que uma diária de UTI é extremamente cara.
Outro ponto que é preciso estar atento é quanto as despesas depois da concepção, cujas despesas raramente estão cobertas pelos convênios, já que são, em sua maioria, despesas com remédios.
Então, se você está planejando engravidar e ainda não tem um plano de saúde, esse é o primeiro item da lista para manter seu orçamento em dia para a chegada do bebê: dessa forma, você evita surpresas e frustrações no momento mais importante da sua vida.

Planejamento espacial: Já pensou nos espaços que seu bebe irá precisa?

Quando planejamos um filho, a primeira coisa que passa pela nossa cabeça é o planejamento financeiro. Mas pensar no espaço também é importante.

A grande maioria das casas não estão preparadas para receber um bebê. Mas é preciso dimensionar espaços para brincar, engatinhar, passear… Nos primeiros meses o bebe não irá engatinhar e nem andar, mas isto passa rápido e quando  acontecer tudo a sua volta será explorado.

Outro lugar que poucas pessoas consideram, logo de início em seu planejamento, mas é preciso prestar atenção antes da chegada do novo integrante é o veículo da família, uma vez que é preciso colocar cadeirinha específica para o transporte, carrinho de passeio, mochila e outros ítens a mais quando for viajar, como um berço e uma banheira portáteis. Um porta-malas maior irá facilitar as coisas.

Todos estes espaços físicos são essenciais para receber uma criança no seio familiar, mas o espaço mais importante de todos, temos certeza que já está garantido: no seu coração!


Planejamento Financeiro: 5 dicas para ajudar a se preparar financeiramente

A chegada de um filho é sempre uma grande alegria, mas junto com ela, é preciso dispender uma grande quantia de dinheiro. É preciso ter em mente que não há apenas o custo da fertilização, há uma série de gastos após a concepção. Mas não precisa se preocupar: com planejamento financeiro e disciplina, você conseguirá se preparar para este momento tão importante.
1 – Planilhas são alidadas: talvez você não goste muito de usar planilhas, mas a verdade é que elas fazem uma verdadeira mágica na hora de organizar seus gastos do mês.
2 – Separe os gastos pontuais dos gastos diários: alguns investimentos com a chegada de um bebê são feitos apenas uma vez, como a compra do berço, a decoração do quarto e cadeirinha para o carro. Outros itens são comprados sempre, como fraldas, lencinhos, cremes para assaduras, comida, etc. Separe estes gastos em uma planilha para conseguir visualizar com clareza quais serão seus gastos mensais.
3 – Faça um plano de saúde: é muito importante que a mãe e o bebê estejam segurados, já que desde o pré-natal até o primeiro ano de vida do bebê, as visitas ao médico serão constantes e ter esta despesa prevista no seu orçamento evita sustos com despesas não planejadas.
4 – Faça um chá de bebê: além de ser uma festa muito gostosa para compartilhar um momento importante da sua vida com amigos e familiares, o chá de bebê é uma mão na roda na hora de economizar com os meses de vida do bebê. Fraldas, brinquedinhos, roupinhas e uma série de outros presentinhos que você vai ganhar aliviarão muito seu orçamento familiar.
5 – Poupe: Ter uma reserva financeira para gastos imprevistos é muito importante. Por isso, se você planeja ter filhos, mas não tem uma reserva financeira, comece a se planejar. Substitua os jantares em restaurantes por um convite para comer na casa dos amigos, os bares por um vinho em casa e reduza as idas ao shopping. Assim, você vai estar preparado para receber o melhor presente da sua vida.

Uma gravidez saudável começa pela saúde da mãe.

Antes mesmo da gravidez acontecer, a mulher que deseja tornar-se mãe precisa começar a prestar atenção em alguns detalhes da sua própria saúde.
Estas dicas vão ajudar você a curtir sua gravidez com mais segurança, tranquilidade e – principalmente – saúde!
1 – Coma saudável: a alimentação é importante não só para mulheres que planejam se tornar mães, mas para todas as pessoas que desejam uma vida longa e cheia de energia. Por isso, corte as frituras, beba pelo menos 2 litros de água por dia e mantenha uma dieta equilibrada em fibras, vitaminas e minerais.
2 – Pratique exercícios: cuidar do seu filho vai exigir mais preparo do que você imagina. Por isso, dedique pelo menos 30 minutos do seu dia para praticar alguma atividade física. Além de ser uma excelente válvula de escape para o estresse do dia a dia, ter um estilo de vida ativo é um benefício que você vai disfrutar por muitos anos.
3 – Faça um check-up: estar com os exames de sangue, urina, fezes é muito importante para o casal de maneira geral. Para a mulher, ainda é indicado fazer um teste imunológico, enquanto para os homens, o espermograma também pode ser necessário caso o casal esteja enfrentando dificuldade para engravidar.

Infertilidade Conjugal e Endometriose

Highlights do 13º Congresso Mundial de Endometriose

A Vivitá esteve presente durante o 13º Congresso Mundial de Endometriose, que aconteceu entre os dias 17 e 20 de Maio de 2017, com a participação do nosso médico Dr. Paulo Homem de Mello Bianchi, que apresentou seu trabalho desenvolvido em conjunto com seus colegas do Hospital das Clínicas da FMUSP.

Devido a grande associação entre endometriose e infertilidade conjugal, que representa um grande número de casos em consultórios, este tema teve lugar garantido durante o 13º Congresso Mundial de Endometriose, contando com um curso pré congresso e diversas apresentações de trabalhos científicos durante o evento.

Apesar dos avanços nas pesquisas, ainda não ha um consenso sobre qual o melhor tratamento para as mulheres com infertilidade e endometriose – se procedimentos cirúrgico ou técnicas de reprodução assistida – e se há ou não influência da endometriose não tratada nas chances de sucesso dos tratamentos de reprodução assistida.

Por isso, na visão dos especialistas, mantem-se a opinião de que o tratamento da infertilidade na paciente com endometriose deve ser individualizado, levando-se em consideração características como presença ou não de dor, idade, tempo de infertilidade, reserva ovariana, entre outras associação com fatores de infertilidade.

Quando a opção é o tratamento cirúrgico, uma ferramenta que pode auxiliar a estimar a chance de sucesso de concepção natural no pós operatório é o Endometriosis Fertility Index, que inclui o estadiamento cirúrgico da doença segundo os critérios da ASRM além de uma avaliação morfo funcional das tubas uterinas e dos ovários no intra operatório.

Nos casos de melhor prognóstico, as chances de concepção natural aproximam-se de 80% em até dois anos de tentativas após a cirurgia. Nos casos de pior prognóstico, as chances são próximas a 10% no mesmo período e, portanto, deve-se considerar o uso de técnicas de reprodução assistida após a cirurgia.

Segundo o Dr G. David Adamson, criador do índice, há 19 estudos científicos que validam este escore. Cinco deles foram apresentados neste Mundial.

Já em relação a doença, em si, vale destacar os estudos realizados com a utilização de microRNAs para detecção precoce da endometriose, que mostrou-se promissor, deixando a esperança que alguns destes marcadores possam ter significado prognóstico e preditivo, auxiliando no estabelecimento do melhor tipo de tratamento para cada paciente, inclusive em relação a infertilidade.


Engravidei, e o meu peso?

alimentacao-exercicio-gravidezMuitas mulheres sofrem com este medo de engordar. Para se ter uma gestação saudável a alimentação é um dos fatores primordiais para a saúde da mamãe e do bebê.

Pensando nisso entrevistamos a nossa nutricionista, Simone Getz para nos ajudar a esclarecer algumas dúvidas. “A boa alimentação depende de organização e planejamento”, explica.

1.Grávida pode fazer dieta?
Não. O objetivo da gestante é ter controle sobre o ganho de peso, ou seja, ganhar o necessário. As gestantes devem ter uma alimentação equilibrada, com todos nutrientes, por isso, nada de radicalismos ou exclusão de alimentos.

2.Qual é a média de peso ideal para a mulher engordar a cada trimestre da gestação?
Essa conta depende do peso pré-gestacional da mulher, ou seja, com que peso engravidou. Aí poderemos estimar o ganho ideal ao longo da gestação: mulheres que iniciam com sobrepeso precisam ganhar menos, mulheres com peso eutrófico (ideal) podem ganhar um pouco mais. Considerando isso, no primeiro trimestre o ganho médio fica entre 1 a 1,5 kg, quem apresenta obesidade não precisa ganhar nada. Nos meses seguintes, o ganho mensal médio deve ser de cerca 1 a 1,5 kg.
Lembrando, gestantes que já iniciem a gestação com sobrepeso ou obesidade devem ficar mais atentas.

3.O café da manhã é uma das principais refeições do dia. Para a mulher grávida existe uma refeição que pode ser considerada a principal também?
O café da manhã continua sendo muito importante, pois é a primeira refeição após várias horas de sono, portanto, de jejum. O almoço também é fundamental, deve ser bem equilibrado, com todos grupos alimentares inclusive, para que a mulher não tenha picos de fome exagerada de tarde e coma além do necessário, ou que escolha itens muitos açucarados, que é uma tendência.

4.Quais são os riscos para a saúde do bebê e da mamãe, caso a alimentação não seja feita de maneira saudável?
A mãe é a provedora de nutrientes para a formação e desenvolvimento do bebê ao longo desses 9 meses, sendo assim, o adequado fornecimento de tudo que o feto vai precisar depende do estado nutricional da mãe, consequentemente daquilo que ela come. A má alimentação pode propiciar o desenvolvimento de diabetes pré-gestacional, agravar quadros de constipação (muito comum) e principalmente reduzir o potencial de crescimento do bebê (baixo ganho de peso). Já sabemos que a alimentação adequada reduz as chances de obesidade na infância, melhora o desempenho cognitivo da criança e pode estar associada a uma menor incidência de doenças crônicas na idade adulta.

5.O que a mulher pode fazer para diferenciar fome e ansiedade, principalmente nos últimos meses de gestação?
Uma atitude pode ajudar muito, a organização da rotina. Fazer as refeições principais e lanches, equilibrados e a cada 3 horas, assim, quando bate uma “fominha” ela consegue ter uma atitude mais consciente, ou seja, avaliar se realmente é fome ou gula, pensar se deve comer ou não, o que comer, e a quantidade.

6.A prática de exercícios leves como a caminhada, é uma alternativa para ajudar no controle de peso?
Certamente, se feita com regularidade, não eventualmente.

7.Que dicas toda grávida pode seguir?
A boa alimentação depende de organização e planejamento. Para levar uma maçã de lanche, é preciso ir ao mercado, lavar a fruta, fazer uma “lancheira” pela manhã. Atitude.
São 9 meses em que as escolhas alimentares devem ser pensadas com cuidado, para que realmente sejam nutricionalmente boas. Por isso mesmo, atenção aos doces, que devem ser consumidos eventualmente e quantidade pequena.
Vale ressaltar que a mulher demanda maior quantidade de nutrientes durante a gestação.
Eu acho muito importante uma consulta nutricional no início da gestação e pelo menos nos trimestres seguintes, quando pode-se ajustar o consumo dos alimentos e nutrientes, o ganho de peso, sintomas diversos, e auxiliar a colocar tudo em prática.

Observe seus passos, acompanhe seu corpo e cuide muito bem desse momento tão especial. Esperamos que com essas dicas todas vocês tenham uma gravidez saudável e feliz!


Você ja pensou em congelar seus óvulos?

O congelamento de óvulos é uma técnica para a preservação da fertilidade que vem se tornando realidade para muitas mulheres.

Indicado principalmente para mulheres que passarão por quimioterapia ou radioterapia, mulheres com histórico de menopausa precoce na família ou alguma doença ovariana, o congelamento de óvulos também tem sido uma opção para mulheres que desejem postergar a maternidade.

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O congelamento é uma técnica que conserva as características dos óvulos, fazendo com que eles não envelheçam, o que possibilita eles serem usados anos depois.

Por isto este procedimento é bastante interessante não só para as mulheres que se deparam com problemas de saúde, mas também para aquelas que planejam a maternidade futura, mas ainda não têm um parceiro ou se encontram num momento da vida onde existem outras prioridades.

Embora não existe uma idade máxima para que a mulher opte pelo congelamento de óvulos, é importante lembrar que o procedimento realizado com um óvulo mais velho reduz bastante as chances de que se torne um embrião. Portanto, em qualquer situação que se decida pelo congelamento do óvulo, o mais indicado é que seja feito antes dos 35 anos.

Outra vantagem do método é o fato de não envolver nenhum questionamento ético, uma vez que – caso desista do projeto de engravidar – a mulher pode optar pelo descarte do óvulo, já que se trata apenas de um gameta como o que expele naturalmente a cada ciclo menstrual.

 

Como funciona

Neste procedimento, as pacientes são submetidas a uma indução de ovulação nos moldes de fertilização in vitro para que sejam extraídos os óvulos. É considerado – na maioria dos casos – um bom número de reserva cerca de 20 óvulos.

Quanto ao processo da gravidez em si, não existe nenhuma diferença da fertilização in-vitro e da ICSI. Depois de descongelado, o ovulo será fertilizado em laboratório e implantado no útero da mulher.

 

Por diferentes razões, cada vez mais mulheres têm feito a opção pelo congelamento de óvulos e, embora a técnica não possa garantir a gravidez, as taxas de resultado positivo tem se mostrado uma alternativa real para manter a esperança da maternidade.


Você consome vegetais orgânicos?

Um estudo acaba de ser publicado na respeitada revista Human Reproduction (março 2015) abordando a fertilidade masculina, ou melhor, o impacto do consumo de frutas e vegetais com alto teor de pesticida sobre a  qualidade do sêmen.

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Verificou-se que os homens com alto consumo desses alimentos ricos em pesticidas apresentaram uma contagem de espermatozóides 49% menor do que os homens que consumiam vegetais com baixo a moderado teor de resíduos. Além disso, esse último grupo ainda  apresentou 32% mais espermatozoides morfologicamente íntegros.

Em 2013 a Anvisa avaliou o nível de agrotóxicos em 13 tipos de alimentos. Veja cinco variedades que apresentaram nível acima do permitido em praticamente metade das amostras analisadas: pimentão, morango, pepino, alface, cenoura.

É cada vez mais fácil encontrar orgânicos nas gôndolas dos mercados ou utilizar serviços delivery. O preço ainda é superior, mas com certeza vale a pena investir nesses alimentos, principalmente quando o desejo é de engravidar.